Lanches rápidos, cardápio variado

27/01/2010

Arquivado em: Uncategorized — don't call me thaisinha @ 20:19

eu pensei que tinha ferrado com tudo, achei depois que não tinha ferrado com nada e a vida poderia ser sim maravilhosa, logo descobri que provavelmente ferrei com tudo, ou com uma parcela bem significativa do que seria o tudo.

viva numa montanha-russa com a thaís campolina, uma provável viciada em adrenalina, beijos

Arquivado em: Uncategorized — don't call me thaisinha @ 16:01

atitude, palavra que me lembra rolling stones e impulsividade, essas duas lembranças estão bem presentes na minha vida, sabe? tenho uma almofada e uma blusa com aquela língua vermelha, piro na reboladinha do mick jagger e um dos meus maiores sonhos de adolescente era ir pra praia de copacabana ver os caras, era muito jovem e minha mesada na época era de 30 reais, logo nem preciso falar que não pude ir né? e bom, vamos pra outra palavra, ela é um dos problemas da minha vida, respostas na defensiva, ataques entusiásticos, tagarelice desenfreada, mas será que a tal da  atitude está presente, ou melhor, presente quando deveria estar?

eu poderia fazer convites, mas tenho medo, eu poderia abrir o jogo, mas tenho medo, eu poderia deixar de acumular pessoas no meu passado e resgatar as que valem a pena e jogar no lixo eterno as que não valem, mas tenho medo, poderia mandar mais currículos, mas tenho medo (sério que tenho medo?), poderia largar a faculdade e ir pra outra, mas tenho medo, (…)

mesmo me arriscando bastante, arrisco sem coragem, não corro riscos sinceros,  me perco no meu ideal de viver sem jogos, tô jogando com meu medo, tô jogando querendo que a outro faça e não eu, que a outra peça arrisque e não eu

então, prometo pra você, atendente com cara de entediado, que quando eu acabar esse meu pastel de frangolino cremoso, eu vou lá tentar, dar a cara a tapa vai voltar a ser meu lifestyle, não dizem que às vezes a mão que você acha que vai te bater é a mão que te ajuda, então

trauma, drama, medo, pra quê?

currículo sincero, péssima idéia

Arquivado em: Uncategorized — don't call me thaisinha @ 14:35

experiência:  prestação de serviços voluntários na justiça federal por aproximadamente quatro meses, perdi a folha, o que exibe a minha tamanha responsabilidade, beijos, agora você do RH acredita e mim porque eu fui a única sincera dessa seleção e dizem que sinceridade é uma qualidade das top10 pra ir pro céu né

só não sei se entra no top10 de corporativismo das empresas

26/01/2010

Arquivado em: Uncategorized — don't call me thaisinha @ 18:47

meu pai conversa fazendo sons que lembram meu nome, toda hora vou lá tentar descobrir o motivo dele não parar de me chamar né, então descubro que ele estava no telefone, logo depois ele resolve me chamar de verdade, depois de muito me perguntar “será que dessa vez ele tá me chamando?” eu volto lá e ele me oferece a revistinha de sudoku pra jogar ou me chama pra fazer caminhada mais tarde

e tem gente que acha que minha vida nem é patética assim

Arquivado em: Uncategorized — don't call me thaisinha @ 18:13

superei meu medo recém adquirido das corujas, pelo menos das marrons, sonhei que alimentei uma delas no campo

Arquivado em: Uncategorized — don't call me thaisinha @ 4:03
Thaís Campolina diz (01:57):
*to ficando com medo do filme de novo
Juliana diz (01:57):
*auahauahauahauahaua
*thaís
*para de ser bicha
*pensa em unicornios
Thaís Campolina diz (02:01):
*ai lembro do voldermort matando os bichinhos no primeiro livro
me sinto muito juvenil nesse momento, fato

Arquivado em: Uncategorized — don't call me thaisinha @ 3:37

o pessoal do filme tosco falando de coruja branca e eu me desespero pensando “nããããão, minha imagem da edwiges do harry vai ficar maculada”, TENSO, MUITO TENSO

Arquivado em: Uncategorized — don't call me thaisinha @ 3:21

quero MUITO jogar wii sports opção boxe

sim, thaís, você precisa assimilar, você é bicho burro mesmo e só violência virtual pode te ajudar a destruir esses seus demônios conhecidos como minhas sagas nome do indivíduo (da vez?)

Arquivado em: Uncategorized — don't call me thaisinha @ 3:01

mano, estou 100% rbd com 2010 e comigo, tenho medo de ets, vejo filme de suspense indicado pra maiores de 16 e fico com medinho,  hoje vendo filminho de terror tive reações tão exageradas pra fraqueza do filme que o cara da poltrona da frente resolveu me assistir e rir, até ai tudo bem.

mal dormi essa noite, passei um dia ansioso, passei frio no cinema (nota mental:  roupa de frio pro cinema independente do clima aqui fora) e zifodi bonito, pra variar, além disso adorava corujas antes desse filme, achava essas aves danadas tão com cara de  intelectuais, bem cara de membro de  clube restrito pra discussões, qual seria o tema hein? lógico que elas falam sobre as observações que aquele pescoço super rotativo faz.

estou ao som de sweet dreams da beyonce, embalada nesse lance auto-ajuda de pensamento positivo (no desespero a gente tenta de tudo, queridos), SWEET DREAMS entendeu mente criativa e abusada?

cara, minha vida é muito intensa, meu coração e o meu querido funcionamento cerebral hiperativo não aguentam, sério, muita mudança em poucas horas, muito trauma nessa vidinha amorosa/vadia medíocre, pensa no medinho batendo batendo E BATENDO e depois ninguém entende porque eu vejo os seres encantadores e corro literalmente na direção contrária, me sinto com 13 anos, mas minha idade mental é essa mesmo, negar pra quê?

enfim, estou desejando bazucas e vou usar essa lanchonete pra desabafos não etílicos na madrugada de hoje.

traumas voltando com força total e thaís zifodendo versão 20 anos de pura burrice, juro que vou fingir ter dignidade, pagar de orgulhasa e mandar tomar no koo mesmo.

tenho deixado espaço demais pra jogos na minha vida, é baralho, é tabuleiro, é video-game, não quero adicionar love games pra minha lista de tentativas de evitar o tédio

26/11/2009

Mistérios da minha mente inquieta

Arquivado em: Uncategorized — don't call me thaisinha @ 13:08

Ando sonhando com um desconhecido até bonito da faculdade, o jovem aparenta ser um pouco “playboyzinho”, sempre observa minhas conversas e é motoqueiro.

Ele surgiu como oráculo, chegou respondendo todas minhas perguntas, acertando meu passado, meu presente e minhas dúvidas do futuro, descreveu como lido com sensações, prazer, enfim, misterioso como ele só e conhecendo tudo de mim, até aí tudo parece um aviso do inconsciente de amor platônico. Mas ok.

Depois além de oráculo, o danado se tornou o rei do sashimi, cortava salmões, baiacus e relatava aventuras no oceano pacífico, tudo em inglês e dava ênfase sempre no “blow fish”. E na madrugada de hoje, ele disparou a falar sobre a carne deliciosa do linguado e eu apelei, disse no no no, tudo porque linguado era o peixe da Pequena Sereia.

Vida real: Hoje entortei o pescoço pra vê-lo ir com sua motoquinha e atrasei meu suco pra encontrá-lo no caminho da cantina. É.

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