Lanches rápidos, cardápio variado

Mistérios da minha mente inquieta

Publicado em Uncategorized por xisbeicon em 26/11/2009

Ando sonhando com um desconhecido até bonito da faculdade, o jovem aparenta ser um pouco “playboyzinho”, sempre observa minhas conversas e é motoqueiro.

Ele surgiu como oráculo, chegou respondendo todas minhas perguntas, acertando meu passado, meu presente e minhas dúvidas do futuro, descreveu como lido com sensações, prazer, enfim, misterioso como ele só e conhecendo tudo de mim, até aí tudo parece um aviso do inconsciente de amor platônico. Mas ok.

Depois além de oráculo, o danado se tornou o rei do sashimi, cortava salmões, baiacus e relatava aventuras no oceano pacífico, tudo em inglês e dava ênfase sempre no “blow fish”. E na madrugada de hoje, ele disparou a falar sobre a carne deliciosa do linguado e eu apelei, disse no no no, tudo porque linguado era o peixe da Pequena Sereia.

Vida real: Hoje entortei o pescoço pra vê-lo ir com sua motoquinha e atrasei meu suco pra encontrá-lo no caminho da cantina. É.

O maior hiato criativo da minha história individual q

Publicado em Uncategorized por xisbeicon em 11/11/2009

Já há algum tempo estou com uma dificuldade imensa de me expressar, seja em textos literários, seja em dissertações e relatórios para a faculdade ou mesmo para dar pitaco. As minhas diversas tentativas frustradas eram e ainda são baseadas sempre na mesma coisa, na minha incapacidade de organizar, remanejar pensamentos em algum linear e compreensível. Tempestade de idéias naufragando textos.

Tenho tantos assuntos a tratar e a primeira linha, a primeira palavra NUNCA sai, pelo jeito a anemia tomou toda a minha ousadia e criatividade.

naufragio

 

Momento: sou fácil de agradar, viva o paint!

Publicado em Uncategorized por xisbeicon em 05/07/2009

UAUEUUAEHUAEHEEU

http://www.bloganomalo.blogspot.com/ UAHEAUHEUEHUEHUE

André fez para mim

Protegido: Ref. ao proc. nº aleatório – Possível processo trabalhista

Publicado em Uncategorized por xisbeicon em 05/07/2009

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Assim, assim, nenhum lugar alcançará

Publicado em Uncategorized por xisbeicon em 05/07/2009

Uma simples composição de colagens, eu sou. Com a convivência entre pessoas elaborei as mais apresentáveis colagens.  Motoqueiro, selvagem que lança olhares furtivos para as garotinhas, só em eventos voltados ao tema. Nessa incessante jornada de elaboração de possíveis eus, colava até mesmo a melancolia dos outros. Minha vida é de vários, a tristeza de vários, os sonhos de vários, a desesperança só minha.

Malditos sejam essas minhas fontes das colagens, todos com uma alegria restante, uma esperança por trás de todos os atos, de todos os erros, mas apesar daquele desejo de mudança, os malditos sempre fazem as mesmas coisas, comportam-se como os mesmos tolos que os cercam, que os destroem, que pisam em todos os desejos sonhados. Como pode haver tanta vontade e haver tanto conformismo, aceitação no mesmo lugar?

Sou tudo de todos, misturado, formando o que há de pior. Meu carisma aprendido se perde na teimosia estimulada por livros, no mau-humor que faz parte, no meu jeito implacável de me referir a qualquer coisa. Tudo falso. Mas no fim, sou legítimo ao admitir que nada vai mudar para melhor, que todos os meus esforços serão inúteis, promoção no emprego? Casamento perfeito? Vida maravilhosa em algum lugar no litoral baiano? Ficarei eternamente assinando notinhas, imprimindo documentos, fingindo alegria a cada gol da seleção. Fingir e assim rir.

Publicado em Uncategorized por xisbeicon em 04/07/2009

A fotografia no macro exibe indiferente as marcas na pele, sejam elas de sol, de acne, de idade.  São sardas e manchas claras, a pouca idade se mostra na pele e no sofrimento que parece pouco e tolo, a condição social se exibe no brilho fraco, no olhar apático de quem se vende, quem vende a própria liberdade, por não saber o que fazer, o que sonhar, o que ser, tudo para sair do buraco – dizem que é o caminho mais fácil. Mas o buraco é mais embaixo.

Dói ver embora a liberdade de quem ainda nem tem idade para saber vivê-la. Dói nela não mais conseguir questionar fatos e atos de tanto que essas amarras a sufocam, no meio desse emaranhado de verdades absolutas que confrontam com sua própria natureza, ela se perdeu.

condição social se exibe no brilho fraco, no olhar apático de quem se vende. condição social se exibe no brilho fraco, no olhar apático de quem se vende.
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